segunda-feira, 27 de maio de 2013

Prefácio do Desanimo.


Chega uma hora que cansa,
Que a fragilidade humana oscila na esperança,
Que, por mais que o corpo insista,
A cabeça, a mente te diz: desista,
E de onde você espera que venha a solução,
Porque inspira no fim do túnel uma luz,
A resposta é mera, é perdida...é não,
Assim essa força já não te conduz,
Calo-me e quieto só me resta chorar,
No afã de tudo, depressa...passar...

Heraldo.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Poesia e Poeta.


O que seria do poeta sem a inspiração,
O que seria da inspiração sem as palavras.
O que seriam das palavras sem o coração,
E o que seria do coração sem o amor,
O que seria do amor sem o sentimento,
O que seria do sentimento sem a expressão,
O que seria da expressão sem o momento,
O que seria do momento sem a emoção,
O que seria da emoção sem o fulgor,
Que transforma a inspiração em palavras,
As palavras em expressão,
A expressão em sentimento,
O sentimento em coração,
O coração em amor,
O amor em poesia,
E a poesia no poeta.

Heraldo.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Tocar e Cantar

É uma fulgurosa e intensa terapia,
Pro corpo, pra mente, pra alma,
Traz paz, lucidez, alegria,
Acalanto, encanto e acalma...

Heraldo.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Reflita:

Não há caos que não me permita respirar,
Não há pressa que não me permita perseverar,
Não há desafio que não me permita pensar,
Pois meu equilibrio é pra sustentar,
Minha razão, meu coração, meu caminhar...

Heraldo.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Saudade...Saudade...

Porque me toma, porque me invade!
Qual motivo, qual razão?
Saudade, saudade!
Aqui no meu peito nem o tempo aconchega,
Basta, chega!!!
Saudade, saudade!
Só me resta sofrer,
Quieto, calado, peito covarde!!
Que me faz querer,
Da lembrança à vontade,
Aqui dentro mais, não...,
Sofrer de paixão!

Heraldo.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Desejo.


Fotos e cenas,
De eminentes são pequenas,
De ardentes são loucas,
Entre pernas e bocas,
Aceleram e transformam,
Riem e choram,
De alegria, de satisfação,
Que audácia, nem tem alusão,
Fatídico dia chuvoso,
Que por ser tão gostoso,
As coisas que vejo,
Que incendeiam o desejo,
E corre nas veias,
Ardendo queimando,
Nesse emaranhado de teias,
E o corpo sugando,
Como mel, como fel,
Até cair e ofegante cansado,
Saciado no chão desmaiado.

Heraldo.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Busco Você.

O dia segue chuvoso,
Eu caminho devagar,
A chuva cai sobre o meu corpo,
Lembro seu rosto,
Lembro seu olhar,
E percorro um caminho sinuoso,
Pra te ver, pra te buscar,
E incansavelmente te achar.

Heraldo