quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Desejo.


Fotos e cenas,
De eminentes são pequenas,
De ardentes são loucas,
Entre pernas e bocas,
Aceleram e transformam,
Riem e choram,
De alegria, de satisfação,
Que audácia, nem tem alusão,
Fatídico dia chuvoso,
Que por ser tão gostoso,
As coisas que vejo,
Que incendeiam o desejo,
E corre nas veias,
Ardendo queimando,
Nesse emaranhado de teias,
E o corpo sugando,
Como mel, como fel,
Até cair e ofegante cansado,
Saciado no chão desmaiado.

Heraldo.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Busco Você.

O dia segue chuvoso,
Eu caminho devagar,
A chuva cai sobre o meu corpo,
Lembro seu rosto,
Lembro seu olhar,
E percorro um caminho sinuoso,
Pra te ver, pra te buscar,
E incansavelmente te achar.

Heraldo


quinta-feira, 15 de julho de 2010

Frio e Saudade.

A chuva cai lá fora,
O frio invade a sala,
Fecho portas, janelas...
O céu chora,
O tempo cala,
Saudade fala,
O coração embala.
Você se foi, tudo é vazio,
Sinto-me tonto, vadio...
Quero de volta, aqui,
Sua presença pra eu sentir,
Alegria, fantasia, ...quero rir,
Abro de novo as portas e as janelas,
Pra receber-te, pra escrever-te,
Encontrar- me em minha alma,
E ter de novo a paz, a calma.

Heraldo.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Uma Flor.

Uma flor para uma "flor",
Uma flor dada com amor,
Se esta flor de perfume for,
Torna-se flor de admirador.
Mas se ela for de infanta cor,
Sera uma flor dada com ardor.

Heraldo

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Amanhecer.

Manhã de sol,... de repente, se cobre... ah neblina!
Brisa fria névoa vadia; clandestina,
Rouba o calor, desvia a beleza,
Do dia, da alma, do animo a destreza,
De alegre a sombrio,
De quente a frio,
Vai para longe, deixa-nos aquecer,
Deixa a terra respirar, o campo florescer,
Deixa amanhecer.

Heraldo.

terça-feira, 18 de maio de 2010

O amor é uma distância,
Que precisamos percorrer,
A saudade é uma constância,
Que permite decorrer...

Heraldo.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Minha Mãe, Minha Vida.

Musica e letra: Heraldo Benedito Ribeiro.
Mãe é aquela que nos serve a vida toda.
E não sobrando tempo pra viver ela chora.
Mas tem orgulho de ver os seus filhos crescendo.
E sem a gente perceber, ela vai padecendo.

Mãe é aquela que nos colocava no colo.
E cantando uma canção nos fazia dormir.
Em seu peito aconchegante, a gente sonhava,
Dormindo brincava e ela a sorrir.

Do seu ventre eu vim, mãe e eu quero agradecer.
Por me dar a vida mais bonita que alguém pudesse ter.
Não, não chore agora eu quero ver você feliz.
Neste lindo dia uma flor, o teu sorriso,
Minha mãe, meu paraíso.

Mãe é aquela que às vezes ao costurar nossas roupas, furava os dedos com a agulha, porque estávamos de farra ao seu redor e a sua grande alegria quando aprendemos a pronunciar o seu nome. O seu grande orgulho ao alcançarmos os 15 anos, preocupada, bronqueava quando arranjávamos uma namorada e deixávamos de lado os estudos. Agora mãe, aqui cantando esta canção, sinto o meu corpo estremecer e os meus olhos se encherem de lagrimas . Tudo isso era porque a senhora nos adorava. Perdoa mãe se não te demos tempo para viver e agora com esses seus cabelos brancos, só te resta nos ver grandes e felizes a espera dos seus netos para poder relembrar com saudade dos nossos tempos de criança. Obrigado mãe, que Deus a abençoe todos os dias de sua vida.

Do seu ventre eu vim, mãe e eu quero agradecer.
Por me dar a vida mais bonita que alguém pudesse ter.
Não, não chore agora eu quero ver você feliz.
Porque as vezes nos momentos mais dificeis eu te chamo,
Minha mãe, eu ti amo.
Heraldo.