terça-feira, 5 de abril de 2011

Saudade...Saudade...

Porque me toma, porque me invade!
Qual motivo, qual razão?
Saudade, saudade!
Aqui no meu peito nem o tempo aconchega,
Basta, chega!!!
Saudade, saudade!
Só me resta sofrer,
Quieto, calado, peito covarde!!
Que me faz querer,
Da lembrança à vontade,
Aqui dentro mais, não...,
Sofrer de paixão!

Heraldo.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Desejo.


Fotos e cenas,
De eminentes são pequenas,
De ardentes são loucas,
Entre pernas e bocas,
Aceleram e transformam,
Riem e choram,
De alegria, de satisfação,
Que audácia, nem tem alusão,
Fatídico dia chuvoso,
Que por ser tão gostoso,
As coisas que vejo,
Que incendeiam o desejo,
E corre nas veias,
Ardendo queimando,
Nesse emaranhado de teias,
E o corpo sugando,
Como mel, como fel,
Até cair e ofegante cansado,
Saciado no chão desmaiado.

Heraldo.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Busco Você.

O dia segue chuvoso,
Eu caminho devagar,
A chuva cai sobre o meu corpo,
Lembro seu rosto,
Lembro seu olhar,
E percorro um caminho sinuoso,
Pra te ver, pra te buscar,
E incansavelmente te achar.

Heraldo


quinta-feira, 15 de julho de 2010

Frio e Saudade.

A chuva cai lá fora,
O frio invade a sala,
Fecho portas, janelas...
O céu chora,
O tempo cala,
Saudade fala,
O coração embala.
Você se foi, tudo é vazio,
Sinto-me tonto, vadio...
Quero de volta, aqui,
Sua presença pra eu sentir,
Alegria, fantasia, ...quero rir,
Abro de novo as portas e as janelas,
Pra receber-te, pra escrever-te,
Encontrar- me em minha alma,
E ter de novo a paz, a calma.

Heraldo.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Uma Flor.

Uma flor para uma "flor",
Uma flor dada com amor,
Se esta flor de perfume for,
Torna-se flor de admirador.
Mas se ela for de infanta cor,
Sera uma flor dada com ardor.

Heraldo

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Amanhecer.

Manhã de sol,... de repente, se cobre... ah neblina!
Brisa fria névoa vadia; clandestina,
Rouba o calor, desvia a beleza,
Do dia, da alma, do animo a destreza,
De alegre a sombrio,
De quente a frio,
Vai para longe, deixa-nos aquecer,
Deixa a terra respirar, o campo florescer,
Deixa amanhecer.

Heraldo.

terça-feira, 18 de maio de 2010

O amor é uma distância,
Que precisamos percorrer,
A saudade é uma constância,
Que permite decorrer...

Heraldo.