ÀS SAIRINHAS
Ó Saíras que divinas cantam,
Nos teus fortes galhos e verde
folhagem,
Ó exuberante aroeira.
Fazem festa, brincam, encantam,
Com seu pio, canto, e fascinante
plumagem,
A verde, a azul, e a de sete cores, a
mais faceira.
Doces aves que completam esta
natureza,
Pela estética, simplicidade e beleza,
E assim se tornam dignas desta
realeza.
E a esta arvore que as alimenta,
De frutos mini; vermelhos grãos,
Qual importância do chão ostenta,
Gera e da à vida como Deus e suas
próprias mãos.
Heraldo.
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