terça-feira, 24 de maio de 2016

ÀS SAIRINHAS

Ó Saíras que divinas cantam,
Nos teus fortes galhos e verde folhagem,
Ó exuberante aroeira.

Fazem festa, brincam, encantam,
Com seu pio, canto, e fascinante plumagem,
A verde, a azul, e a de sete cores, a mais faceira.

Doces aves que completam esta natureza,
Pela estética, simplicidade e beleza,
E assim se tornam dignas desta realeza.

E a esta arvore que as alimenta,
De frutos mini; vermelhos grãos,
Qual importância do chão ostenta,

Gera e da à vida como Deus e suas próprias mãos.

Heraldo. 

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