“HÁ AMOR?”
Há quase uma febre: uma doença;
Uma insensatez, uma indiferença,
Que se tornou na sua maioria, uma descrença;
Não é culpa do amor,
Nem culpado é o dissabor.
Culpa, vejo em quem ama,
Pouco importa, tanto faz se há a chama;
Mais ênfase no que quero,
De quem amo muito espero,
Mas não posso” reciprocicrar”.
Muita gente junta por nada,
Poucos se doam pra alma metade,
Como há de se esperar fidelidade.
Há quase uma febre: uma doença;
Pois há a paixão falada,
Sem o relacionamento vivido
E não há o amor profundo, sentido...
Nenhum comentário:
Postar um comentário